Pode acometer homens e mulheres porem maior incidência em mulheres devido a deficiência estrogênica. Existem dois tipos de osteoporose, primaria e secundária.
Osteoporose Primária / fisiológica
Esta está dividida em tipo 1 (pós menopausa) e tipo 2 ( senil);
Tipo 1: é aquela em que a atividade dos osteoclástos estão aumentada (ata reabsorção óssea) pode ocorrer em fase de pós menopausa, devido a baixa produção de estrogênica. Em gera ocorrem em mulheres acima dos 50 anos de idade.
Tipo 2: também conhecida como senil ou de involução, pode atingir tanto homens quando mulheres acima dos 70 anos. É aquela onde os osteoclastos estão com sua atividade norma ou levemente aumentada porem os osteoblastos estão com atividade diminuída devido à idade (reabsorção norma e formação óssea diminuída).
Osteoporose secundária
Esta intimamente ligada a alguma outra patologia endócrina ou não que pode causar alteração no metabolismo das células ósseas como por exemplo distúrbios na absorção intestina de cálcio, hipoestrogênismo, baixa absorção e metabolização de vitamina D, entre outros. vitamina D. Os principais fatores de riscos para osteoporose são: sexo feminino, tabagismo, etilismo/alcoolismo, redução de estrogênio, doenças crônicas, deficiência de vitamina D, alguns medicamentos como corticoides em uso prolongados.
Diagnóstico
É realizado uma boa anamnese exame clinico, seguido do exame de densitometria óssea e até alguns exames laboratoriais.
Tratamento e Prevenção
Atividade física (estimulam a deposição de massa óssea), exposição ao sol; alguns medicamentos são utilizadas no tratamento como agentes antirreabsortivos, estrogênio, calcitonina, bifosfanatos cálcio, vitamina D3, outros.
Conclusão: A osteoporose é uma patologia que seu sinal/sintoma é a fratura por fragilidade está por sua vez causa grandes problemas ao indivíduo, pois muitas vezes o tratamento da fratura é a cirurgia e a recuperação não é tão rápido, o que traz a este individuo imobilidade, internação, interrupção de sua vida normal, mudanças nos hábitos familiares, depressão entre outros prejuízos. O exame da densitometria óssea pode prevê a perda de massa óssea e o risco de fratura junto ao programa Fraxx, o que permite iniciar a intervenção o mais rápido possível evitando assim as fraturas em alguns casos. Devemos ter um olhar mais atendo a realização deste exame para população de risco.
RENATA CRISTINA Fisioterapeuta – Pós graduando em Traumatoortopedia Téc. em Enfermagem e Radiodiagnóstico – Esp. Em Mamografia, Densitometria Óssea (ABRASSO); Escritora, Professora e Palestrante Contato: @renatacvm / @fisioclinrenascer
Referências
ANIJAR. J.R , DENSITOMETRIA OSSEA NA PRATICA MEDICA, editora Sarvier; 1ª edição (1 janeiro 2003), ISBN 8573781319, 9788573781311 ZERBINI. A. F.C FRAX Modelo Brasil: Um texto clínico explicativo sobre limiares para intervenção terapêutica / FRAX Model Brazil: a text explanatory clinician on thresholds for therapeutic intervention Diagn. tratamento ; 24(2): [41-49], abr – jun 2019. LILACS | ID: biblio-1015333. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1015333. Acesso 26/07/2019 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Atenção a Saúde. Portaria nº 224, de 26 de março de 2014. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes terapêuticas da osteoporose. Disponível em: http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2014/prt0224_26_03_2014.html. Acesso 05.11.19 RADOMINSKI, S. C. et al. Brazilian guidelines for the diagnosis and treatment of postmenopausal osteoporosis. Revista Brasileira de Reumatologia [online]. 2017, v. 57, suppl 2 [Acessado 30 Maio 2021] , pp. s452-s466. Disponível em: . ISSN 1809-4570. https://doi.org/10.1016/j.rbre.2017.07.001.
Nenhum comentário:
Postar um comentário