sábado, 29 de março de 2025

Mamografia, é Melhor fazer!

Mamografia, modalidade de diagnóstico por imagem que permite através da aplicação de certa compressão o estudo do tecido mamário, possibilitando o diagnóstico precoce de câncer de mama.

O primeiro a utilizar Raios x com este objetivo foi o Cirurgião Albert Salomon em 1913, radiografando peças cirúrgicas obtidas através de cirurgias de mastectomia. Em 1950 Raul Leborgne frisou a importância da compressão e em 1960 Robert Egan, descreve a utilização de baixo kv e alto mAs para obtenção de alta resolução de imagem. Em 1966 a GE lança o primeiro mamógrafo, um tripé com uma câmara especial. Desde então as maquinas de mamografia estão evoluindo proporcionando assim diagnósticos cada vez mais precisos.

O exame é simples. São realizados 2 posicionamentos, um em crânio caudal e um em obliqua médio lateral. Ambas com o paciente em ortostática (de pé). É bom lembrar que não são apenas mulheres que realizam a mamografia homens também podem fazer o exame se for necessário. Para mulheres é recomendado a realização de mamografia de rastreamento ou diagnóstica. Rastreamento é para aquelas a partir de 40 anos. E a diagnóstica para mulheres e homens com sinais e sintomas de patologias mamárias.

A mamografia tem um papel primordial no diagnóstico precoce do câncer de mama. Doença esta com altos índices de mortalidade, mas que por outro lado se descoberto ou diagnosticado em seus estágios iniciais existem possibilidades de cura. O problema ainda tem sido o medo que algumas mulheres apresentam pela realização da mamografia. É fato de que existe um desconforto pela compressão e pela exposição de uma área intima da mulher, mas não se pode negligenciar as vantagens do exame diante de uma doença tão seria.

Para nós, formadores de profissionais das técnicas mamográficas tem sido um de nossos objetivos principais agregar na formação individual os valores do atendimento humanizado. Em nossa visão a excelência no atendimento humanizado possibilita a realização de posicionamentos corretos, pois proporciona a paciente um ambiente mais confortável.

RENATA CRISTINA Fisioterapeuta Téc. em Enfermagem e Radiodiagnóstico – Esp. Em Mamografia, Densitometria Óssea (ABRASSO); Escritora, Professora e Palestrante

Referencias INCA. (2007). Mamografia: da prática ao controle. Rio de Janeiro: INCA. Magalhães, M. d., M.Sc, J. C., Peixoto, J. E., & Canella, E. (s.d.). Pojeto de Capacitação Profissional para Detecção Precoce do Câncer de Mama, por intermedio da Mamografia. Manual de Técnicas Mamográficas e Manual de Camara Escura para Mamografia. LCR-UERJ.

Osteoporose

A osteoporose é uma doença osteometabólica, que tem como evidencia a perda progressiva de massa óssea, esta por sua vez causa alterações da arquitetura trabecular e riscos maiores de fraturas por baixo impacto. Não causa dor ou outro sinal/sintoma quando esta avançado causa fraturas fragilidade principalmente nas vertebras, fêmur e antebraço.

Pode acometer homens e mulheres porem maior incidência em mulheres devido a deficiência estrogênica. Existem dois tipos de osteoporose, primaria e secundária.

Osteoporose Primária / fisiológica

Esta está dividida em tipo 1 (pós menopausa) e tipo 2 ( senil);

Tipo 1: é aquela em que a atividade dos osteoclástos estão aumentada (ata reabsorção óssea) pode ocorrer em fase de pós menopausa, devido a baixa produção de estrogênica. Em gera ocorrem em mulheres acima dos 50 anos de idade.

Tipo 2: também conhecida como senil ou de involução, pode atingir tanto homens quando mulheres acima dos 70 anos. É aquela onde os osteoclastos estão com sua atividade norma ou levemente aumentada porem os osteoblastos estão com atividade diminuída devido à idade (reabsorção norma e formação óssea diminuída).

Osteoporose secundária

Esta intimamente ligada a alguma outra patologia endócrina ou não que pode causar alteração no metabolismo das células ósseas como por exemplo distúrbios na absorção intestina de cálcio, hipoestrogênismo, baixa absorção e metabolização de vitamina D, entre outros. vitamina D. Os principais fatores de riscos para osteoporose são: sexo feminino, tabagismo, etilismo/alcoolismo, redução de estrogênio, doenças crônicas, deficiência de vitamina D, alguns medicamentos como corticoides em uso prolongados.

Diagnóstico

É realizado uma boa anamnese exame clinico, seguido do exame de densitometria óssea e até alguns exames laboratoriais.

Tratamento e Prevenção

Atividade física (estimulam a deposição de massa óssea), exposição ao sol; alguns medicamentos são utilizadas no tratamento como agentes antirreabsortivos, estrogênio, calcitonina, bifosfanatos cálcio, vitamina D3, outros.

Conclusão: A osteoporose é uma patologia que seu sinal/sintoma é a fratura por fragilidade está por sua vez causa grandes problemas ao indivíduo, pois muitas vezes o tratamento da fratura é a cirurgia e a recuperação não é tão rápido, o que traz a este individuo imobilidade, internação, interrupção de sua vida normal, mudanças nos hábitos familiares, depressão entre outros prejuízos. O exame da densitometria óssea pode prevê a perda de massa óssea e o risco de fratura junto ao programa Fraxx, o que permite iniciar a intervenção o mais rápido possível evitando assim as fraturas em alguns casos. Devemos ter um olhar mais atendo a realização deste exame para população de risco.

RENATA CRISTINA Fisioterapeuta – Pós graduando em Traumatoortopedia Téc. em Enfermagem e Radiodiagnóstico – Esp. Em Mamografia, Densitometria Óssea (ABRASSO); Escritora, Professora e Palestrante Contato: @renatacvm / @fisioclinrenascer

Referências

ANIJAR. J.R , DENSITOMETRIA OSSEA NA PRATICA MEDICA, editora Sarvier; 1ª edição (1 janeiro 2003), ISBN 8573781319, 9788573781311 ZERBINI. A. F.C FRAX Modelo Brasil: Um texto clínico explicativo sobre limiares para intervenção terapêutica / FRAX Model Brazil: a text explanatory clinician on thresholds for therapeutic intervention Diagn. tratamento ; 24(2): [41-49], abr – jun 2019. LILACS | ID: biblio-1015333. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1015333. Acesso 26/07/2019 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Atenção a Saúde. Portaria nº 224, de 26 de março de 2014. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes terapêuticas da osteoporose. Disponível em: http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2014/prt0224_26_03_2014.html. Acesso 05.11.19 RADOMINSKI, S. C. et al. Brazilian guidelines for the diagnosis and treatment of postmenopausal osteoporosis. Revista Brasileira de Reumatologia [online]. 2017, v. 57, suppl 2 [Acessado 30 Maio 2021] , pp. s452-s466. Disponível em: . ISSN 1809-4570. https://doi.org/10.1016/j.rbre.2017.07.001.

sexta-feira, 28 de março de 2025

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